
Divagações Prosaicas II
A sensibilidade à flor da pele aquece.
E a emoção ganha espaço.
Esse espaço que nos envolve. O nosso espaço . A intimidade fictícia , que se dá para receber.
O querer voar em círculos , sentindo a simplicidade de um vento , sem o peso de uma regra.
O nós é um ponto de partida e outro de chegada.
Sem uniformidade, pois esta destroí o sentido do eu.
Se o eu faz sentido ? Ou será que o único sentido é a noção do eu ?
Se eu fosse sentido era uma linha recta em direcção ao infinito.
E a emoção ganha espaço.
Esse espaço que nos envolve. O nosso espaço . A intimidade fictícia , que se dá para receber.
O querer voar em círculos , sentindo a simplicidade de um vento , sem o peso de uma regra.
O nós é um ponto de partida e outro de chegada.
Sem uniformidade, pois esta destroí o sentido do eu.
Se o eu faz sentido ? Ou será que o único sentido é a noção do eu ?
Se eu fosse sentido era uma linha recta em direcção ao infinito.
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